Sobre o 1º
aniversário, 07.09.08
De: Jaime Sautchuk
Maurício,
estou acompanhando e, é claro, sempre presente.
Parabéns pelo seu trabalho.
Abraço amigo,
Jaime Sautchuk
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De: Don Sawyer -ISPN
Maurício, parabéns!!!
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De: Sebastian Elola - Claes, Uruguai
Prezado Maurício,
parabéns pelo aniversário do observatório! seu conteúdo nos ajuda a
refletir sobre a atualidade agropecuária e ambiental do Brasil
e
porque não também de nosso país,
abraço e força para continuar,
Sebastián
CLAES
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De: João Alfredo Telles Melo
Caro amigo Mauricio,
Daqui de Fortaleza, com leitor assíduo (apesar da campanha me
roubar quase todo o tempo) e colaborador bissexto, o meu grande
abraço de parabéns. Longa vida ao Observatório!
João Alfredo
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De: Gustavo Souto Maior - Ibram/BSB
Parabéns, Maurício, pelo belo trabalho e pelo um ano de vida do
Observatório!
Abraço, do
Gustavo
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De: Luís Fernando Guedes Pinto - Imaflora
parabens!
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De: Brent Millikan
Mauricio,
Parabéns pelo primeiro aniversário do Observatório, que já está
fazendo uma boa contribuição para a democratização da informação
sobre o agronegocio no Brasil e no mundo. Continue firme, com muita
teimosia e perserverança, para podermos comemorar muitos outros
aniversários!
abs, Brent
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25 Jun 2008 14:01
O pesquisador uruguaio Sebastian Elola escreveu:
Assunto:Re: Uruguai entra na onda do governo brasileiro e reclama
que importadores exigem muito de suas bananas
Que é isto...uma
piada?
Uruguai não produz e nunca produziu bananas!
Sebastián
O editor respondeu:
Caro Sebastian,
Também achei que era piada, mas foi o que o jornal Valor Econômico
(nacional, e com credibilidade crescente, substituindo o antigo
Gazeta Mercantil), e eu propositadamente reproduzi e comentei, pois
trata-se na realidade do Brasil usando o Uruguai, acerto entre
diplomacias, para não parecer estar sozinho contra os critérios de
compra que as empresas multinacionais e da Europa estão adotando
por pressão das sociedades civis organizadas de vários países, e de
ONGs como o Greenpeace.
Eu ia até verificar a produção de bananas no Uruguai, mas acabei
sem tempo para buscar a informação.
Seu email veio em boa hora!
Obrigado!
20.06.08
Açúcar amargo:
produzido a partir de condições desumanas de
trabalho
"Na última
safra, 47% da colheita no Estado de São Paulo foi mecanizada e, no
país, estima-se que o corte da cana é mecanizado em não mais do que
25% da produção. No período de safra, os canaviais que são colhidos
manualmente sofrem a queima pré-corte, para facilitar o trabalho
dos cortadores.
Estudo do professor Francisco Alves, da Universidade Federal de São
Carlos, revelou que "a produtividade média do trabalho no corte de
cana, que em 1950 era de 3 toneladas de cana cortadas por
dia/homem, no final da década de 1990 e início da presente década
atingiu 12 toneladas de cana por dia, sendo que os cortadores de
cana trabalham sob sol forte, sob os efeitos da fuligem expelida
pela cana queimada e trajando uma indumentária que os protege da
cana, mas aumenta sua temperatura corporal". Segundo apontam este e
outros autores, o excesso de trabalho e as condições em que este
ocorre explicariam as mortes súbitas, que já vitimaram dezenas de
trabalhadores rurais cortadores de cana em São Paulo.
Muitos trabalhos científicos, como os realizados em Piracicaba/SP e
Araraquara/SP, ambos por pesquisadores da USP, têm destacado que,
em queimadas de biomassa, a combustão incompleta resulta na
formação de substâncias potencialmente tóxicas, tais como monóxido
de carbono, amônia, metano e o material fino, contendo partículas
de alta toxidade - menores que 10 micrometros (PM10). A inalação
dessas partículas em suspensão, cuja média aferida naqueles locais,
na época da queima da cana, foi de 103 microgramas por metro
cúbico, bem superior ao limite de 80 microgramas estabelecido pela
Resolução CONAMA n. 03 de 1990, foi diretamente relacionada ao
aumento, no mesmo período, do número de atendimentos de crianças e
idosos em hospitais, para tratamento de problemas
respiratórios.
Outros estudos realizados por pesquisadores brasileiros
apresentaram evidências consistentes sobre os efeitos da poluição
do ar, especialmente do material particulado fino, no adoecimento e
morte por doenças cardiovasculares, sendo que, tanto efeitos agudos
(aumento de internações e de mortes por arritmia, doenças do
miocárdio e cerebral), como crônicos, por exposição em longo prazo
(aumento de mortalidade por doenças cerebrovasculares e cardíacas),
têm sido relatados.
O gás ozônio, formado a partir da reação entre poluentes
atmosféricos, foi associado com o risco aumentado de morte
prematura, mesmo quando está presente em concentrações muito
baixas. Um estudo revelou que, durante a queima da cana-de-açúcar,
em torno de 35% do nitrogênio aplicado no solo, na forma de adubo,
é perdido para a atmosfera na forma de gases que são precursores do
ozônio, representando esta perda não só um risco para a saúde
pública mas, também, prejuízo para os produtores rurais.
Os dados acima colocam em evidência que a exposição a poluentes
gerados durante o processo de queima da cana-de-açúcar constitui um
importante fator de risco, a ser considerado na análise e
associação das possíveis causas de adoecimento e morte de
trabalhadores dos canaviais e de moradores das cidades próximas a
plantações de cana.
A comprovação científica de que o método de produção atual de
etanol, praticado no Brasil, é altamente prejudicial à saúde da
população das cidades vizinhas às usinas e a constatação técnica,
pelos órgãos de fiscalização do trabalho, de que os cortadores de
cana encontram-se, por vezes, submetidos a condições aviltantes de
trabalho, demonstra a necessidade imperiosa de o Estado Brasileiro
exigir das indústrias do setor sucro-alcooleiro aqui instaladas, a
adoção de mecanismos de produção condizentes com esta quadra da
história.
Desse modo, não se pode mais tolerar a queima da palha da cana como
etapa na produção do etanol, nem, tampouco, a submissão dos
cortadores de cana a condições desumanas de trabalho, sob pena de a
comunidade internacional se aproveitar dessa fragilidade para impor
barreiras à aceitação do etanol produzido em nosso
território."
Texto de:
Sônia Corina
Hess, 46, engenheira
química e doutora em química, professora da Universidade Federal de
Mato Grosso do Sul, consultora do Ministério Público do Trabalho e
dos Ministérios Públicos Federal e Estadual do Mato Grosso do Sul;
e
Heiler Ivens de Souza
Natali, 33,
Procurador do Ministério Público do Trabalho, Vice-Coordenador do
Núcleo de Prevenção e Enfrentamento das Irregularidades
Trabalhistas e Sociais nas Atividades Sucro-alcooleiras em Mato
Grosso do Sul
10.04.08
09 Apr 2008
16:09:48
Ricardo
Abramovay escreveu:
Meu caro Maurício
É um erro chamar a soja e o milho de culturas bioenergéticas, no
caso brasileiro. O Observatório é muito bom e não pode dar este
tipo de fora, sobretudo num tema tão polêmico. Da soja, apenas 18%
vão para óleo e daí uma proporção pequena para diesel. Ninguém
cultiva soja para produzir biodiesel: é sub-produto. E do milho
nada vai para cultura energética.
O editor respondeu:
Obrigado
pelas observações, Ricardo.
Eu deveria ter colocado um (sic), pois foram declarações do diretor
da CONAB que eu simplesmente reproduzi, sem
comentar...
07.04.08
Embargo
do Ibama põe Mato Grosso em pé de guerra
6 Apr
2008 14:12:18
Sonia Hess escreveu:
Mauricio,
fico feliz por ter tido a oportunidade de mantermos contato.
PARABENS PELO ÓTIMO TRABALHO QUE VENS REALIZANDO!!! As notícias que
tens me mandado são, realmente, IMPERDÍVEIS!!!
Um abração
Sonia Hess
professora
UFMS
03.04.08
Sobre
a proposta da FAO de pagamentos por Serviços
Ambientais
3 Apr 2008 10:14:10 ,
Sonia Hess escreveu:
Mauricio,
TOMARA QUE NAO DEMORE PARA QUE ALGUEM RESOLVA, EFETIVAMENTE, PAGAR
PARA QUE OS PROPRIETARIOS NAO DESTRUAM AS FLORESTAS. O PROBLEMA E A
PRESSA, PORQUE OS CORRENTOES ESTAO A MIL, NO CERRADO, PANTANAL E
AMAZONIA!!!
Abs Sonia Hess
3 Apr 2008 15:01:10
O editor respondeu:
O problema, querida Sônia, é que eles acabarão "pagando" para não
desmatar a floresta amazônica, mas vão se "esquecer" dos
Cerrados!!!
PS: talvez o Pantanal, como já é uma "griffe" internacional,
consiga atrair recursos..
3 Apr 2008 18:49:00
Sonia Hess escreveu:
É verdade, Maurício
nosso pobre cerrado está se acabando!!!
Também, quem é que mandou a gente gostar destas árvores mirradinhas
e tortas, não é?
Um abração Sônia
01.04.08
Sobre
a Moratória da Soja na Amazônia Legal
1
Apr 2008
07:37:31
Marco Antônio Sperb Leite escreveu:
Parabéns a você e a todos que articularam essa moratória.
Marco Antônio Sperb Leite
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01
Apr 2008 09:59:51
David L Hathaway escreveu:
Por falta de menção no release do Greenpeace Brasil a qualquer
outro fator ambiental ou social que não seja o desmatamento
propriamente dito, alguém poderia até inferir que a monocultura da
soja transgênica banhada em glifosato não ameaça biomas amazônicos.
Não acredito que esta seja realmente a postura do Greenpeace. Mas
haverá algum acordo explícito ou de cavalheiros entre os
integrantes deste GTS para não se tocar em "outros" assuntos
(transgênicos, agrotóxicos, monocultura, modelo exportador, etc.)
no âmbito desta campanha?
Caro
David,
Eu acompanhei o processo e posso lhe garantir que não houve
qualquer "acordo de cavalheiros".
Por ser a questão da campanha ambientalista do Greenpeace no
exterior focada no "desmatamento", só isso foi verificado e, mesmo
sendo "apenas" "só isso", já foi uma tarefa hercúlea.
Se não se desmata e nem planta soja, não há porquê exigir que "não
se plante" soja transgênica...
Até onde sei, também, foram encontrados pequenos (relativamente)
desmatamentos, inferiores a 50ha, junto a plantios já existentes,
indicando intenção de ampliar. O "filtro" anterior na análise das
imagens era algo como 100ha (não tenho certeza, pois precisaria
consultar alguns docs.), mas nesses casos houve uma nova
verificação de campo para ter certeza que a soja não havia sido
plantada.
Ampliar para outros temas, e para o Cerrado (que era e é meu
objetivo, embora esteja fora do processo), é uma questão de pressão
da sociedade civil organizada. havendo pressão, consegue-se
avançar, havendo acomodação e desilusão prévia, fica tudo
igual.
Vou publicar seu comentário e minha resposta no Observatório que
circula amanhã.
Um grande e fraternal abraço,
Maurício Galinkin
Editor
#######
1 Apr
2008 10:01:11
Edilberto Sena escreveu:
Prezado Maurício - shalom
Não sei como mandar este comentário para o setor OPINIÃO aí do
site, por isso te mando por aqui e tu podes colocar o lugar
certo:
Comentário sobre o aclamado sucesso da moratória da compra de soja
em terras desmatadas na Amazônia.
Não é correto atribuir à moratória a diminuição do plantio de soja
aqui na região de Santarém, pelo menos, à propalada moratória de
Abiove, Anec e Ongs (diga-se de passagem que nosso movimento
social, Frente em Defsa da Amazônia retirou-se da moratória por
achá-la ficção para europeu ver). Outros fatores contribuiram para
a diminuição do plantio de soja na Amazônia no ano passado, tais
como a queda do dólar, o abastecimento de soja do mercado mundial e
as dívidas dos sojeiros, que o governo federal complacente acabou
cedendo à bancada ruralista.
Além disso, temos informação de gente que monitorou e afirma que,
mesmo não tendo plantado soja em terras novas deflorestadas, mas
florestas anexas aos plantios em terras amansadas, foram
derrubadas. Como nós nativos desta região sabemos que não se planta
soja (planta exótica à nossa região) no primeiro ano de derrubada,
primeiro se amansa a terra em dois anos e no terceiro é que se
planta a soja, por isso não acreditamos no tal sucesso da
moratória. Quando participamos de algumas reuniões com Abiove, Anec
e ONGs e propuzemos que a moratória da soja na Amazônia começasse a
ser conferida desde dezembro 2003 e fosse por dez anos, não
concordaram. Disseram que deveríamos ir até o fim de julho 2008 e,
se não fosse suficiente que se iria mais adiante. Eles sabiam que
nossa proposta seria eficaz na busca de uma verdadeira proteção da
floresta.
Então, não se pode dizer agora que a moratória da soja foi um
sucesso em defesa da Amazônia. Aqui na região de Santarém soja tem
sido prejuízo para a agricultura familiar e para a floresta. E os
próximos anos deverão ser monitorados para se ver até que ponto,
pelo menos diminuirá a destruição da floresta. Ainda mais agora,
quando o governo federal complacente com o agronegócio acaba de
assinar mais uma famigerada Medida Provisória legalizando a
grilagem de terras de até 1.500 hectares.
10.03.08
Assunto: Biomicídios Consentidos
Mauricio,
muito obrigada e PARABENS PELA CLAREZA, DIANTE DE TANTAS MENTES
TOTALMENTE NUBLADAS, QUE DOMINAM A MIDIA BRASILEIRA.
Um abração
Sonia Hess
professora UFMS
29.02.08
29 Feb 2008 0
Assunto: sobre o Vanderlei de Castro
Conheci o Vanderlei desde 1988, e foi ele que me conectou com “a
questão indígena”. Ele foi não apenas um mestre animado mas também
um exemplo energético nos movimentos sociais das minorias no
Cerrado e Amazônia. Ele passou o fogo para muitos pessoas e eu
continuei sentindo esta inspiração num outro plano
espiritual.
Sentiremos uma falta deste lutador quem tanto amou as riquezas do
Cerrado.
Frans Leeuwenberg, presidente, Sociedade de Proteção e Utilização
do
Meio Ambiente/PUMA
26 Feb 2008 17:02:16
A questão a ser respondida pela governadora é QUEM é leva o
prejuízo?, se ELA ou o ESTADO?, pois me parece que atividade ilegal
não paga imposto, e o contrabando tem seus beneficiários.
O Ministério Público já poderia começar uma investigação a partir
desta linha.
Candido Requião
Jequié-Ba
22 Feb 2008
21:30:50
Re: [gtfloresta] Estado combate criminosos na Amazônia, não
trabalhadores, diz Marina
Carta ao Observatório
Compreendo a boa intenção da ministra Marina Silva - de querer
sinalizar justiça e não retaliações genéricas por parte do Poder
Público - mas não podemos fingir que desconhecemos a realidade,
caso contrário as soluções não poderão ser construídas. É preciso
reconhecer que em Tailândia - e não é caso isolado - os
trabalhadores dependem dos criminosos. E não só os trabalhadores
das serrarias, mas também do hotel, dos restaurantes, do posto de
gasolina, da prefeitura, do prostíbulo, da farmácia. Lembro da
pequena gráfica que tem na cidade, onde eu tive em 2002, e que
costumava se dedicar a imprimir guias de ATPF falsos. É preciso
assumir mesmo o Estado de Direito e mudar o papel do Poder Público,
de promotor de ilegalidades para afirmador da justiça e ordenador
do espaço territorial. Quantas Tailândias estão nascendo em
Rondônia, só como exemplo, ao longo da BR-425 e, em geral, na área
de abrangência das usinas do Rio Madeira? Seria interessante a
ministra fazer um sobrevôo, e pensar o que irá dizer aos futuros
trabalhadores de lá. Em tempo: promover soluções alternativas para
estes trabalhadores vai custar muito, mas muito caro. O governo
está disposto em pagar a conta?
Roberto Smeraldi
Amigos da Terra -Amazônia Brasileira
Resposta do editor:
Caro Roberto,
Concordo inteiramente contigo. Ou o Estado de Direito existe
plenamente, ou não existe. Meia gravidez é fenômeno ainda
desconhecido....
Em meu comentário asssinalei que os madeireiros são, provavelmente,
donos de empresas em outras atividades e do poder político local,
pois certamente foram os primeiros a chegar e foram implantando os
serviços para uma cidade de agora 67 mil hab., 70% funcionando
dessa economia ilegal.
21 Feb 2008
09:42:19
Re: Embargo da UE à carne e marcar trabalhador a ferro quente pouco
repercutem no Brasil
Mauricio,
tu ja percebeste que, nos últimos tempos, nenhuma notícia
repercute? Os brasileiros (e não só eles) estão totalmente domados,
anestesiados, como era de se esperar. MATRIX VENCEU, e neste mundo
de sonhos, só o que importa é distrair-se, alimentar-se e,
eventualmente, procriar. Qualquer coisa que perturbe este sonho,
logo é esquecida. Nao há nada grave acontecendo, nenhuma ameaça que
mereça a atenção por mais de 5 minutos...
LEGAL ESTE MUNDINHO VIRTUAL, NÃO É?
Um abração
Sonia Hess
professora UFMS
19 Feb 2008
11:01:58
Re: Crueldade no tratamento do gado leva ao "recall" de 71.000 t de
carnes nos USA
Maurício
Eu não como carne alguma desde janeiro de 1998, justamente por não
querer participar da crueldade para com os animais.
Sinceramente, eu não consigo nem pensar no que é feito com bovinos,
suinos, aves... em nosso atual sistema de produção. A meu ver,
carnes provenientes do tratamento cruel dos animais, não podem
trazer saúde ou paz a quem as consome.
Vivo no MS, onde há mais de 10 bovinos/habitante. Claro que não
posso falar o que penso sobre isto, porque logo alguém me chama de
radical...
Eu amo os animais como se fossem amigos próximos, e minha dor não
tem tamanho, quando penso na dor deles. Penso que, na medida em que
a humanidade evoluir na direcao do amor, o que esta acontecendo
hoje contra os animais vai ser encarado com sentimentos de assombro
e tristeza semelhantes aqueles que temos ao lembrarmos dos horrores
praticados contra os escravos.
TOMARA QUE TUDO ISSO NÃO DEMORE A MUDAR!!!
Um grande abraço
Sonia Hess
professora UFMS