21.11.08
Conferência governamental sobre os
biocombustíveis foi 'uma grande feira de negócios', avalia Lúcia
Ortiz, do GT Energia do FBMOS
Finalizada na
quarta-feira (19), a 1ª Conferência Internacional sobre
Biocombustíveis promovida pelo governo brasileiro foi, segundo a
ambientalista Lúcia Ortiz, “uma grande propaganda do etanol”. O
evento não contou com a presença do presidente da República nem de
outros chefes de Estado, ao contrário do que havia anunciado
anteriormente o Ministério das Relações Exteriores, e não houve
fechamento de acordos sobre o biocombustível produzido a partir do
etanol. “Foi uma grande feira de negócios”, disse Lúcia, ao
analisar a presença de muitos empresários desse setor. Lucia esteve
presente nesta conferência e também no evento paralelo organizado
pelos movimentos sociais para discutir o modelo da política
brasileira em relação à produção ao etanol.
Lúcia Ortiz é coordenadora do Núcleo Amigos da Terra e do GT
Energia do Fórum Brasileiro de Ongs e Movimentos Sociais para o
Meio Ambiente e o Desenvolvimento. É geóloga e mestre em
Geociências.
Confira a entrevista.
IHU On-Line – A Conferência Internacional sobre Biocombustíveis: os
biocombustíveis como vetor do desenvolvimento sustentável é
patrocinada pelo governo brasileiro. Em sua opinião, o governo
pretende com esse evento?
Lucia Ortiz – A pretensão do governo, ao unir esforços, investir e
promover esse evento, foi a de conquistar uma aceitação do etanol
brasileiro no mercado internacional. Ou seja, expandir seu mercado
de exportação de commodity agrícola energética, principalmente em
relação ao etanol, que é produzido a partir de grandes cultivos
agroindustriais. Por isso nós chamamos de agrocombustíveis. Em
contraposição a esse conceito, a conferência do governo chama de
biocombustíveis, como vetor do desenvolvimento sustentável,
expressão da qual discordo.
Era esperada a presença de chefes de Estado de nível ministerial,
pelo menos, nessa conferência, mas isso não se confirmou. O que
estamos vendo no evento oficial é a presença de níveis mais baixos
de representação dos governos e uma grande feira de negócios.
Existem muitos empresários que estão fazendo uma grande promoção
desse setor. A questão da crise financeira afetou a não vinda dos
chefes de Estado, mas alguns países não viram aqui oportunidade de
firmar acordos ou lançar algum projeto de padronização. Outros
países entenderam essa conferência mais como uma grande propaganda
do etanol do que uma oportunidade de fazer grandes negócios.
IHU On-Line – Por que você discorda da idéia em torno do
biocombustível?
Lucia Ortiz – Eu não concordo com essa tese porque penso que a
estratégia de promoção dos agrocombustíveis, utilizada pelo governo
brasileiro, tem como base a expansão das monoculturas voltadas à
exportação. As monoculturas para os agrocombustíveis se somam a
todo o modelo do agronegócio que está em franca expansão e tem
impactos diretos e indiretos sobre a redução da biodiversidade, em
razão dos deslocamentos de populações tradicionais de pequenos e
médios agricultores que de fato produzem o alimento da população
brasileira. Eles são ainda são responsáveis pelas mudanças do uso
do solo, pelo desmatamento e, desta forma, contribuem para o
aquecimento global. Como se destinam para abastecimento da
indústria automobilística que prioriza o transporte individual e
precisa de insumos que envolvem muita energia para ser produzida,
eles alimentam um modelo de transporte e de produção agrícola que é
altamente impactante para o clima. Por isso, as mudanças climáticas
devem ser resolvidas com mudanças mais estruturais.
IHU On-Line – Os movimentos sociais fizeram um evento paralelo ao
oficial, qual o conteúdo das discussões e os objetivos dessa
iniciativa?
Lucia Ortiz – Nós tivemos um encontro que reuniu mais de cem
pessoas de vários países da América Latina, também dos Estados
Unidos, Europa e até da Ásia. Tivemos uma representatividade muito
boa e que se reuniu por três dias com o objetivo de avaliar um
pouco a conjuntura da crise financeira. Nós a entendemos como uma
crise de modelo de civilização, pois estamos vendo a crise
climática, a crise energética, a escassez da água e, ainda, a crise
financeira que mostra que esse modelo econômico está acabando com o
nosso capital natural, a nossa base da vida. A partir desse
contexto, nós analisamos a estratégia que o governo quer empurrar e
nos aprofundamos na análise dos impactos e as estratégias para
minimizá-los. Fizemos críticas específicas e num segundo momento
apresentamos nossas propostas para construção da soberania
energética e alimentar. É um conceito que se opõe ao discurso e ao
conceito do governo.
IHU On-Line – A crise mundial desfocou o debate em torno da crise
climática que cada vez mais ganhava espaço ou se trata de
oportunidade que poderá alavancar ainda mais o debate sobre a crise
ambiental?
Lucia Ortiz – Com certeza, ela é uma oportunidade porque mostra um
colapso desse nosso modelo, desse padrão de consumo e produção, de
acumulação de riquezas e distribuição desigual e que é baseado no
desperdício excessivo de energia. Então, ela traz muitas
oportunidades de reflexão e de repensar os modos de vida no campo e
na cidade, e centrando nas necessidades reais das pessoas. Por
outro lado, vemos que o governo está muito preocupado com o impacto
da crise financeira para suas metas de crescimento econômico. É
possível que o governo, através dessa crise, para estimular a
economia, mesmo aplique recursos públicos nos seus projetos num
objetivo de gerar empregos, acelerar a economia apesar a crise.
Estamos vendo duas coisas: uma oportunidade de reflexão e de
construção de alternativas, mas vemos que a intenção do governo
ainda está indo em outro sentido, apostando ainda mais no mercado
de exportação, não tanto no que a população precisa.
IHU On-Line – O modelo de política que está sendo realizada para os
biocombustíveis será afetado pela crise financeira?
Lucia Ortiz – Imaginávamos que sim, mas, como o próprio governo
está investindo forte nesse setor, a crise não afetará a intenção
do governo. O que pode afetar é a retração dos mercados que iriam
importar. Em duas semanas, uma decisão muito importante será tomada
no Parlamento da União Européia em relação à aprovação ou não de
metas compulsórias de substituição de combustíveis fósseis por
agrocombustíveis. Se eles aprovarem, todo o combustível será
importado, pois eles não têm terra para isso. Por isso, as soluções
para conter o problema do clima vão recair sobre os países menos
responsáveis pelas mudanças. E a intenção do Brasil é avançar nesse
setor.
IHU On-Line – Os biocombustíveis afetam a soberania
alimentar?
Lucia Ortiz – Sim, porque na medida em que o agronegócio avança,
inviabiliza a produção da agricultura familiar, que é a base da
soberania familiar no Brasil. O avanço dos agrocombustíveis afeta
diretamente sobre o pequeno produtor que sai do meio rural e vai
para a cidade. Com isso, nós acabamos importando alimentos ou
massificando a nossa dieta alimentar porque não valorizam uma
alimentação diversificada e saudável e, principalmente, mais
amigável para o meio ambiente.
07.11.08
Fique por
dentro:
Sachs:
Temos que articular espaços
de desenvolvimento de políticas públicas planejadas, para evitar o
desperdício de recursos
O Programa
Territórios da Cidadania, lançado neste ano pelo Governo Federal
com o propósito de erradicar a pobreza no meio rural, recebeu nesta
semana um reforço na sua equipe. Trata-se do professor Ignacy Sachs
(81), titular há 30 anos da Escola de Altos Estudos em Ciências
Sociais e considerado mundialmente como um dos maiores
especialistas em desenvolvimento sustentável. Um dos resultados
deste reconhecimento profissional é a indicação, neste ano, ao
Prêmio Nobel de Economia.
O contrato como consultor do Núcleo de Estudos Agrários e
Desenvolvimento Rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário
(Nead/MDA) e do Instituto Interamericano de Cooperação para a
Agricultura (IICA) foi assinado pelo economista na última
quarta-feira (5), em Fortaleza (CE), onde ele participa, até o
final da semana, do III Fórum Internacional de Gestão Social dos
Territórios.
Nascido na Polônia, mas naturalizado francês, Sachs também possui
uma estreita relação com o Brasil, onde chegou com a família aos 14
anos, refugiado da Segunda Guerra Mundial. Estudou no Rio de
Janeiro e se formou em Economia na, hoje, Universidade Cândido
Mendes. Em 1954, retornou à Polônia e de lá foi para Índia fazer
doutorado em Padrões do Setor Público nos Países em
Desenvolvimento.
No currículo, estão experiências na organização da Primeira
Conferência de Meio Ambiente e Desenvolvimento das Nações Unidas
(ONU), a Estolcolmo-72, realizada na Suécia, e na Cúpula da Terra -
mais conhecida como Rio-92. Outra contribuição do professor e
pesquisador foi ter participado, nos idos de 1970, da elaboração do
conceito do termo ecodesenvolvimento que, tempos depois, passou a
ser chamado de desenvolvimento sustentável.
Ignacy Sachs reside atualmente em Paris, onde ministra aulas e
dirige o Centro de Estudos sobre o Brasil contemporâneo na França.
É conhecido pela defesa de idéias, e ideais, como a de que
sustentabilidade não pode ser apenas ambiental, mas, também,
social, cultural, econômica e de governabilidade política.
Um pouco antes da sua participação no III Fórum Internacional de
Gestão Social dos Territórios, Sachs comentou suas expectativas de
trabalho como consultor do Territórios da Cidadania, ressaltou a
importância da implementação de políticas públicas simultâneas (que
dêem acesso ao conhecimento, equipamentos, crédito e mercados) e
foi enfático ao avaliar critérios da reorganização fundiária num
país. “Não há reforma agrária sem um estado desenvolvimentista
atuante”, afirma.
O senhor considerada um desafio o trabalho de consultoria que
prestará ao Territórios da Cidadania, programa iniciado há menos de
um ano?
Certamente. E grande! A idéia, a intenção e os objetivos do
Territórios da Cidadania são excelentes, mas as dificuldades de
comunicação também são enormes. Vivemos num mundo em que estamos
acostumados a pensar o desenvolvimento de cima para baixo. Não dá
para aceitar a utopia anarquista de que tudo se faz só embaixo.
Temos que aprender a gerar um diálogo, uma interação. E isso
significa que nós temos que dinamizar aquelas comunidades situadas
nas camadas sociais mais baixas. Eu diria que esse é o ponto
central do Territórios da Cidadania, além de ser um enorme
desafio.
Por que aceitou o convite para esse novo trabalho?
Aceitei porque esse é um desafio que aponta na direção certa. O
desafio consiste em encontrar caminhos melhores para aqueles que
hoje sobrevivem graças ao Bolsa Família e outros programas
semelhantes. Poder olhar mais de perto o que está acorrendo aqui no
Brasil é um privilégio. Por isso aceitei o convite com
entusiasmo.
Quais as vantagens, o diferencial deste programa como política
pública destinada à melhoria das condições socioeconômicas da
população rural?
A vantagem, que também é o desafio principal, é que o Territórios
da Cidadania cria uma resposta por agora. O Bolsa Família, por
exemplo, tem que ser mês após mês, ano após ano. Uma vez que se
coloca alguém numa situação em que ele tem como começar a ganhar a
vida por si, esse processo gera uma dinâmica econômico-social. Um
território que começa a se desenvolver gera a oportunidade de um
pulo rápido para a frente. Depois que esse pulo se dá, ele tem um
enorme efeito psicológico na população, que já não acreditava em
mais nada e passa a acreditar nela mesma. Eu não acredito num
futuro onde o destino pertence só a projetos locais. Temos que
articular espaços de desenvolvimento de políticas públicas
planejadas para evitar o desperdício de recursos. O Territórios
propõe exatamente isso!
Por ser um programa reestruturante do meio rural, o senhor acredita
que o homem do campo, e a sociedade como um todo, perceberá seus
resultados em quanto tempo?
Primeiramente, isso vai depender dos próprios resultados do
Territórios da Cidadania. Por outro lado, dependerá também como
esses resultados serão difundidos para essa população. Mas, antes
de saber como o Territórios da Cidadania vai impactar a imaginação
dos brasileiros, é bom pensar como organizar todos esses recursos
disponíveis. A minha principal preocupação é como fazer o projeto
não virar uma colcha de retalhos. Fazer com que tenha uma coesão,
uma lógica interna e, portanto, uma capacidade de auto-definição.
Se eu aceitei esse desafio é porque eu espero incomodar todos
vocês.
O senhor já desempenhou atividade semelhante, passou por desafios
similares ao que enfrentará nesta consultoria?
Não, trabalho semelhante a esse eu nunca fiz. Por sua escala e pelo
volume dos recursos comprometidos, o Territórios da Cidadania é um
programa pioneiro de planejamento participativo do desenvolvimento
territorial voltado à inclusão social.
Nos trabalhos realizados e nações visitadas, o senhor conheceu
alguma iniciativa governamental semelhante ao Territórios da
Cidadania?
Uma iniciativa governamental da dimensão desta, que doma o touro
pelos chifres e diga “aqui estamos com políticas assistenciais,
políticas de alívio para a pobreza”, eu não conheço. Há, sim, uma
série de políticas de luta contra a pobreza, porém, não tenho
conhecimento de um projeto ou programa do tamanho desse que o
Territórios da Cidadania está se propondo a ser.
Fonte:
sítio do Ministério do Desenvolvimento Agrário
04.11.08
Fique por
dentro:
Falando em Pará,
trabalho escravo e desmatamento, informa a professora Marijane
Lisboa que há um novo documentário na praça a respeito,
excelente.
Ele se chama "Nas Terras do Bem-Virá", do Alexandre Rampazzo.
Quem quiser comprar ou obter informações pode telefonar para (11)
3586-1608 ou
escrever para:
Veja, também, o sítio http://www.mnemocine.com.br/default.asp
22.10.08
Seminário avalia Plano BR-163
Sustentável com sociedade civil e governo - em 30 e
31.10.08
O seminário “Plano BR-163 Sustentável: Entraves, Desafios e
Expectativas” será realizado nos próximos dias 30 e 31 de outubro,
em Santarém (PA). Promovido pelo Consórcio pelo Desenvolvimento
Socioambiental da BR-163 (Condessa), com apoio dos projetos
Fortalecimento da Participação Social no Plano da BR 163 (PROFOR) e
Diálogos, o evento contará com a participação de representantes da
sociedade civil de Mato Grosso e Pará (ribeirinhos, extrativistas,
agricultores familiares, indígenas, quilombolas e ambientalistas) e
dos governos federal, estadual e local.
Por meio do diálogo entre diferentes atores sociais, o seminário
pretende avaliar o Plano BR-163 Sustentável e definir metas para
sua implementação efetiva. Tendo em vista o iminente asfaltamento
da via sem um programa de sustentabilidade e a necessidade de se
romper com a lentidão com que o plano vem sendo aplicado, o
objetivo é fortalecer a mobilização social em torno do projeto.
Além disso, busca-se dar visibilidade aos problemas na sua execução
e criar uma agenda de compromissos, com prazos, responsabilidades e
realização de parcerias, entre sociedade civil e governos.
Representantes do Condessa, a Prefeitura de Santarém e autoridades
do Governo Federal e governos estaduais participarão do seminário.
A programação conta com cinco mesas para apresentação e debate dos
quatro eixos temáticos do Plano BR-163 Sustentável: Ordenamento
Territorial e Gestão Ambiental, Fomento a Atividades Produtivas
Sustentáveis, Infra-estrutura para o Desenvolvimento, e Inclusão
Social a Cidadania. Reflexões sobre o modelo de gestão do plano –
as instâncias colegiadas, gerenciamento operacional, monitoramento,
sistema de informações e fortalecimento institucional - também
compõem a agenda do evento.
A coordenação do Condessa é formada pelas entidades: Grupo de
Trabalho Amazônico - GTA; Instituto Socioambiental (ISA), Instituto
de Pesquisas Ambiental da Amazônia (IPAM), Fundação Viver, Produzir
e Preservar (FVPP), Federação dos Trabalhadores Rurais na
Agricultura do Pará (Fetagri-PA), Fórum Matogrossense de Meio
Ambiente e Desenvolvimento (FORMAD). A comissão local de apoio à
organização do seminário é coordenada pelo Centro de Formação de
Trabalhadores do Baixo Amazonas (Ceftbam).
O projeto Diálogos é uma parceria entre o WWF-Brasil, o Instituto
Centro Vida (ICV), o Centro de Cooperação Internacional Em Pesquisa
Agronômica Para O Desenvolvimento (Cirad), o Instituto de Pesquisas
da Amazônia (IPAM) e o Centro de Desenvolvimento Sustentável da
Universidade de Brasília (CDS/UnB).
O Profor - Projeto de Fortalecimento da Participação Social no
plano da BR 163, é financiado pelo Fundo Fiduciário das Florestas
Tropicais (RTF) do Programa Piloto para a Proteção das Florestas
Tropicais do Brasil (PPG7) e admnistrado pelo Banco Mundial, com
execução da Rede Grupo de Trabalho Amazônico (GTA)e Consórcio pelo
Desenvolvimento Socioambiental da BR1 63 (Condessa). Em Mato Grosso
e no Pará as atividades são executadas por instituições da
sociedade civil membros com atuação reconhecida na área de
influência da BR 163 nos dois estados.
Fonte: André Alves, Assessoria de Imprensa
21.10.08
Crise Mundial e
Repercussão no Setor Sucroenergético
Setor de biocombustíveis discute saídas para a crise
Produtores que formam a cadeia produtiva de agroenergia e de
biocombustíveis se reúnem na próxima sexta-feira (24) em
Sertãozinho (SP) para discutirem com autoridades, lideranças e
economistas a situação real da crise do setor que já dá sinais de
desaceleração em seus investimentos.
A escassez de crédito e os planos dos grandes grupos nacionais e
dos projetos que contam com aportes financeiros internacionais
também serão discutidos no evento que é promovido pelo BrasilAgro e
que conta com o patrocínio da Bioenergia Internacional. As
inscrições, limitadas, podem ainda ser feitas através do site
www.brasilagro.com.br.
A queda no preço do petróleo e os pedidos de recuperação judicial
de duas das maiores indústrias produtoras de etanol de milho dos
Estados Unidos (Gate Way Ethanol e Greater Ohio Ethanol),
aumentaram o grau de preocupação dos usineiros que vivem uma
situação de inadimplência em razão dos baixos preços praticados nos
mercados de açúcar e etanol nas duas últimas safras.
Para Marcos Jank, presidente da União da Indústria de
Cana-de-Açúcar (Única), a crise de crédito pegou o setor
sucroalcooleiro em cheio e deve acelerar seu processo de
consolidação. "Hoje o setor é composto de 380 empresas ligadas a
200 grupos econômicos. A tendência é a de sobrarem de 50 a 100
empresas nos próximos 10 a 15 anos", afirmou.
PROGRAMA
8h - Credenciamento
9h - Painel: A Visão dos Produtores de Açúcar, Etanol e
Bioeletricidade
Mediador: Ismael Perina Júnior, presidente da Orplana - Organização
dos Plantadores de Cana da Região Centro - Sul
Maurílio Biagi Filho - Presidente Grupo Maubisa
Representante do Grupo Cosan
Representante do Grupo Santaelisa Vale
Representante do Grupo Brenco
Representante do Grupo ETH (Odebrecht)
Representante do Grupo Tereos (Açúcar Guarani)
10h30 - Depoimentos em Vídeo:
José Serra, Governador do Estado de São Paulo
Dilma Rousseff, Ministra Chefe da Casa Civil
Miguel Jorge, Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior
Prof. Antonio Delfim Netto - Ex-ministro da Fazenda, Planejamento e
da Agricultura
Jackson Schneider, presidente da Anfavea
11h - Coffee break
11h30 - Pronunciamento do Deputado Federal e ex-Ministro da
Fazenda, Antonio Palocci (PT-SP)
12h30 - Intervalo para almoço
14h - Pronunciamento do Senador Aloizio Mercadante (PT-SP)
15h - Depoimentos em Vídeo:
Guido Mantega, Ministro da Fazenda
Edison Lobão, Ministro das Minas e Energia
Embaixador Rubens Ricupero - Ex-Secretário Geral da Conferência das
Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento e Ex-Ministro da
Fazenda e do Meio Ambiente
Luiz Aubert Neto - Presidente da Abimaq
15h30 - Coffee break
16h - Painel: Crédito Para o Setor
Mediador: Deputado Federal Duarte Nogueira (PSDB-SP)
Prof. Alberto Borges Matias - FEA/USP
Prof. Sebastião Macedo Pereira - SM Consultoria Integrada
Nelson Rocha Augusto - Banco Ribeirão Preto
Paulo Faveret - Gerente Departamento de Biocombustíveis BNDES
Renato Buranello - Sócio Diretor do escritório Buranello e Passos
Advogados
17h30 - Pronunciamento de Luís Carlos Guedes Pinto -
Vice-Presidente de Agronegócios do Banco do Brasil e Ex-Ministro da
Agricultura
18h30 - Encerramento com buffet de saída
DADOS
Evento: Crise Mundial e Repercussão no Setor Sucroenergético
Data: 24/10/2008
Local: Clube de Campo Vale do Sol, Sertãozinho (SP)
Inscrições: www.brasilagro.com.br e info@brasilagro.com.br
Promoção: BrasilAgro
Patrocínio: Bioenergia Internacional
Apoio: Jornal Agora, STZ TV UHF Canal 59, RGB Comunicação e
Buranello e Passos Advogados
Fonte:
newsletter@buranello.com.br
15.10.08
Resultado:
Produtores cobram em audiência na Câmara reassentamento de famílias
que deixaram áreas da Floresta do Jamanxim
Produtores
rurais que tiveram suas terras interditadas pela criação da
Floresta Nacional do Jamanxim (PA) comparecem em audiência pública
na Comissão da Amazônia
Cerca de 3.600 produtores rurais paraenses, que tiveram suas terras
interditadas pela criação da Floresta Nacional do Jamanxim, em
fevereiro de 2006, cobram do governo federal regras claras sobre
seu destino. O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação
da Biodiversidade, Rômulo Mello, disse que grandes proprietários
serão indenizados e os pequenos, reassentados, mas não há prazos
definidos.
Em reunião ordinária da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e
de Desenvolvimento Regional, realizada ontem (14) na Câmara dos
Deputados, o deputado Zequinha Marinho (PMDB-PA) afirmou que “as
famílias foram incentivadas pelo governo militar, há quase 40 anos,
a ir para aquela área como forma de ocupação do território
nacional” e agora não sabem como e para onde vão.
“Toda aquela região é de reserva [ambiental], então vai tirar de lá
e colocar onde? Uma política de governo tem que pensar o meio
ambiente, mas também o homem”, disse o deputado.
A presidente da Associação dos Produtores do Vale do Garça, Nelci
Rodrigues, afirmou que os moradores se comprometem a não desmatar,
mas precisam de instrução para conservar a floresta e obter sua
subsistência.
“Estamos muito aflitos, numa terra do não pode, e queremos uma
solução para aquelas famílias que já estão lá numa área aberta.
Pedimos que vá educação para lá, que levem o plano do manejo
sustentável, mas que seja também para as famílias, e não apenas
para empresas”, desabafou Nelci.
Ela disse que a região é carente de acesso à educação, saúde e que,
em muitas propriedades, não há energia elétrica.
O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da
Biodiversidade, Rômulo Mello, e o diretor de Proteção Ambiental do
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e
Renováveis (Ibama), Flávio Montiel, reconheceram que houve
“confusão” entre as políticas públicas de 30 anos atrás e as de
agora, o que leva a uma situação de instabilidade.
Para tentar resolver a questão sobre o destino das famílias que
ocupam a área transformada em floresta nacional, os dois
representantes do governo se comprometeram a abrir uma nova
discussão amanhã, às 9h, na sede do Instituto Chico Mendes.
Os proprietários pedem ainda a identificação e expulsão dos
grileiros e a oportunidade de explorar sustentavelmente a
floresta.
Fonte: Danilo Macedo, repórter da Agência
Brasil
14.10.08
Audiência
debate destino de produtores que perderam terras no
Pará
A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento
Regional discute hoje (14) o destino de 3.600 produtores rurais que
tiveram suas terras interditadas após a criação da Floresta
Nacional do Jamanxim, no município de Novo Progresso (PA). A
floresta, de aproximadamente 1,3 milhão de hectares, foi criada
pelo governo federal em 2006.
"O governo não se preocupou em calcular o impacto, sobretudo
social, que essa determinação causaria sobre os produtores rurais
que vivem nos limites da reserva e que terão de abandonar suas
casas, sem ter para onde ir", diz o deputado Zequinha Marinho
(PMDB-PA), que propôs o debate. Eles temem ficar sem indenização,
pois muitos não possuem os títulos das terras que ocupam. "Se o
governo queria fazer uma reserva ambiental ali, deveria ter feito
isso há 30 anos e não em 2006, depois que o próprio governo
incentivou a ida de trabalhadores sem-terra para a Amazônia",
acrescenta.
A Câmara analisa do Projeto de Lei 2224/06, do deputado Asdrubal
Bentes (PMDB-PA), que anula a criação e a ampliação de diversas
unidades de conservação ambiental no Pará, entre elas a Floresta do
Jamanxim.
Em julho último, a ministra Ellen Gracie, do Supremo Tribunal
Federal (STF), negou liminar solicitada pelo Sindicato dos
Produtores Rurais de Novo Progresso (Sinprunp), que pediu a
anulação da criação da floresta. Segundo a ministra, o sindicato
não provou que o governo deixou de realizar estudos técnicos e
consulta prévia à população.
Convidados
Foram convidados para o debate:
- o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da
Biodiversidade, Rômulo Mello;
- o diretor de proteção ambiental do Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) , Flávio
Montiel da Rocha;
- o presidente do sindicato dos Produtores Rurais de Novo
Progresso, Agamenon da Silva Menezes;
- o presidente da Associação dos Produtores Rurais Vale da Garça,
Nelci Rodrigues;
- o diretor geral do Serviço Florestal Brasileiro, Tasso Rezende de
Azevedo.
A reunião será realizada às 14 horas no plenário 11 da Câmara dos
Deputados.
Fonte: Agência Câmara
Acontece:
IICA
e Fórum DRS abrem debate virtual sobre Gestão Social dos
Territórios
O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA)
e o Fórum Permanente de Desenvolvimento Rural Sustentável (Fórum
DRS) lançam o III Debate Virtual do Fórum DRS.
Nesta edição, o debate terá como tema principal a Gestão Social dos
Territórios e propõe fomentar a discussão em torno do território e
das novas formas de organização e ação dos atores sociais,
privilegiando 5 tópicos:
- Gestão Social dos Territórios;
- Análise Comparativa das Políticas Públicas de Desenvolvimento
Territorial;
- Gestão de Políticas Públicas de Desenvolvimento Rural no Contexto
das Novas Institucionalidades;
- Marco Jurídico-normativo para o Desenvolvimento Rural com Enfoque
Territorial;
- Sistemas de Financiamento para Projetos Territoriais Estratégicos
de Natureza Multissetorial
O Debate será mediado por uma equipe de professores do Observatório
de Políticas Públicas para a Agricultura (OPPA/CPDA). Os textos
provocativos do Debate estão disponíveis no portal do Fórum DRS,
por intermédio do link: www.iicaforumdrs.org.br/forum
Para participar das discussões basta inscrever-se no
Fórum:
1- Acesse o site para
realizar o cadastro: http://www.iicaforumdrs.org.br
Clique no
link: “Fórum de Discussão” no topo da página.
2- Como faço para me registrar?
O registro é rápido e fácil.
Siga as instruções:
3. Clique no botão “Registrar”, para criar um registro;
4. Aceite os termos de participação do Fórum clicando no link
“Aceito estes termos e tenho mais que ou exatamente 13 anos
de idade”;
5. Preencha os dados solicitados e clique no botão
“Enviar”;
De
16 a 18 de outubro de 2008
II Encontro
Nascentes do Xingu e I Feira de Iniciativas Socioambientais
acontecerão em outubro, em Canarana, no Mato
Grosso
Evento reúne iniciativas para a
conservação da Bacia do Xingu
Produtores da região do Xingu no Mato Grosso poderão expor suas
iniciativas para a conservação e recuperação dos recursos naturais
no II Encontro Nascentes do Xingu e I Feira de Iniciativas
Socioambientais, de 16 a 18 de outubro, no Parque de Exposições
Cidade Jardim, em Canarana, a 800 quilômetros de Cuiabá. Trata-se
de dar visibilidade aos projetos de adequação socioambiental,
restauração florestal, educação ambiental e formação de atores
locais, empreendidos pela Campanha Y Ikatu Xingu entre 2005 e 2008.
Também pretende-se debater os rumos e desafios que a campanha terá
à sua frente.
Mesas redondas, palestras, mini-cursos, oficinas e estandes levarão
ao público amostras do que a campanha tem realizado na região, além
de proporcionar a discussão sobre temas relevantes para a população
que vive na Bacia do Xingu como mercado de carbono, questão
energética e de infra-estrutura, diferentes usos econômicos do
Cerrado e da Floresta. Também se pretende desenhar novas
estratégias voltadas ao desenvolvimento territorial sustentável, e
iniciar as discussões para a criação do Comitê da Bacia
Hidrográfica do Xingu. Os interessados em participar dos
mini-cursos e das oficinas poderão fazer suas inscrições durante os
eventos.
Os eventos serão realizados pelo ISA e a Prefeitura de Canarana, em
parceria com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lucas do Rio
Verde, Instituto Centro de Vida (ICV), Fórum Matogrossense de Meio
Ambiente e Desenvolvimento (Formad) e Instituto de Pesquisa
Ambiental da Amazônia (Ipam), com apoio da Fundação Rainforest da
Noruega, União Européia, Usaid/The Nature Conservancy e Fundação
Doen.
Feira de Iniciativas
Socioambientais – A I Feira de Iniciativas Socioambientais
acontecerá paralelamente ao II Encontro Nascentes do Xingu, e
contará com 37 estandes que apresentarão projetos socioambientais
desenvolvidos em toda a Bacia do Xingu por povos indígenas,
agricultores familiares, escolas e produtores rurais. Cerca de 130
expositores disponibilizarão ao público informações sobre as ações
que vêm desenvolvendo como agricultura orgânica, agrofloresta,
produtos artesanais e sem agrotóxico, educação ambiental,
reflorestamento de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e matas
ciliares.
As iniciativas indígenas serão apresentadas pelas etnias Kaiapó,
Ikpeng, Xavante, Panará, Kisêdjê, Yudjá e Kaiabi. Enriquecimento de
quintais e pomares, coleta, beneficiamento e venda de sementes de
espécies de árvores nativas, apicultura, artesanato e resgate da
alimentação tradicional são alguns exemplos do que será exibido nos
estandes.
Atividades culturais
Constam na programação do encontro algumas atividades culturais
voltadas aos públicos adulto e infantil. Um exemplo é a “Sala
Interativa Portal do Xingu”, um espaço para a sensibilização das
crianças presentes sobre temáticas socioambientais, que será
disponibilizado no galpão central da feira. Nessa sala, as crianças
farão, de forma lúdica, um passeio pelo Rio Xingu, que ressaltará a
necessidade de conservação e restauração ambiental da região.
Haverá ainda apresentações indígenas e a Mostra de Cinema
Ambiental, que acontecerá todos os dias e levará aos visitantes
filmes que abordam questões ambientais.
Sobre a Campanha Y Ikatu
Xingu
O I Encontro Nascentes do Xingu aconteceu em outubro de 2004,
também em Canarana, e representou o início de um grande esforço
coletivo - de pecuaristas, indígenas, agricultores familiares,
organizações não-governamentais, governamentais e de pesquisa e
poder público - para reverter o quadro de degradação das nascentes
do Rio Xingu. A proposta foi chamar a atenção da população e propor
ações para recuperar e conservar as matas ciliares dos rios e das
nascentes que compõem a Bacia do Xingu.
Naquele momento nasceu a
Campanha Y Ikatu Xingu (que significa “água boa, água limpa do
Xingu”, na língua dos Kamaiurá, um dos povos que habita o Parque
Indígena do Xingu) para proteger e recuperar as nascentes e as
matas de beira de rio do Xingu. Os atores locais assumiram um
compromisso para o desenvolvimento de ações estratégicas, das quais
surgiram mais de 50 projetos e iniciativas para a formação de
lideranças socioambientais; planejamento e ordenamento
territoriais; sistemas agroflorestais e geração de renda;
pesquisas; gestão e educação ambiental; fortalecimento de
organizações locais. Mais de 70 entidades, de diferentes setores da
sociedade, envolveram-se com esses projetos, e agora, quatro anos
depois, elas poderão mostrar os resultados de suas ações e discutir
planos futuros para conciliar produção e
conservação.
Acontece hoje, 02.10.08,
na Guatemala:
La Coordinación de ONG y
Cooperativas -CONGCOOP- y el Instituto de Estudios Agrarios y
Rurales -IDEAR- con el apoyo de la Fundación Soros Guatemala, DED
Alemania, DANIDA Dinamarca y Asdi Suecia tienen el agrado de
invitarle a participar en la Presentación y Foro-Debate alrededor
de la investigación:
“Caña de azúcar y palma
africana:
Combustibles para un nuevo ciclo de acumulación y dominio en
Guatemala”
En este foro estarán participando como invitado el Sr. Julio
Recinos, Ministro de Agricultura Ganadería y Alimentación, y como
comentaristas el Sr. Leonel Castañeda, Presidente de la Comisión de
Agricultura del Congreso de la República; el Sr. Eduardo Gudynas,
Secretario Ejecutivo del Centro Latinoamericano de Ecología Social
–CLAES- Uruguay; el Sr. Daniel Pascual de la Coordinadora Nacional
de Organizaciones Campesinas -CNOC- y el Sr. Gerardo Sub,
Representante Comunitario del Municipio de Panzós.
La actividad se realizará el día jueves 2 de octubre, a las 17:00
horas en el hotel Royal Palace, situado en la 6ª Av. 12-66, de la
Zona 1.
Favor confirmar su asistencia con Arlyn Jiménez al 24310261 ó
24320966.
Helmer Velásquez
Director Ejecutivo
Coordinación de ONG y Cooperativas
CONGCOOP
Dia
23 de setembro de 2008:
Cadeias produtivas de Santa Catarina estudam certificação na
produção integrada
Os benefícios da certificação na produção integrada e a realidade
do sistema no Brasil e na Europa serão temas do 1º Encontro de
Produção Integrada em Santa Catarina, no dia 23 de setembro. O
evento, promovido pela Superintendência Federal de Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (SFA/SC), será no auditório da Empresa de
Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri),
em Florianópolis.
O encontro é aberto a técnicos, produtores, transformadores,
transportadores, distribuidores e consumidores de produtos
agropecuários. A intenção é difundir a cultura da produção
integrada entre os agentes das cadeias produtivas do estado.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estará
representado pelo coordenador-geral de Sistemas de Produção
Integrada, Luiz Carlos Bhering Nasser, que fará palestra sobre a
produção integrada na Europa e no Brasil, e pela coordenadora de
Produção Integrada da Cadeia Pecuária, Cláudia Lima, que enfocará a
visão dos usuários.
Mais informações do evento no (48) 3261-9909 ou pelos endereços
eletrônicos: josecarlos.ramos@agricultura.gov.br e
andre.barbosa@agricultura.gov.br.
Fonte: Cristiane Araujo, Agência Estado
Hoje, 11.09.08:
Seminário
discute Avicultura Industrial no Tocantins
Visando o aprimoramento de técnicos e avicultores do Estado no que
se refere ao manejo avícola, biossegurança, conforto animal e
gestão ambiental, entidades realizam o I Seminário Estadual de
Avicultura Industrial.
O evento que acontece nesta quinta-feira, 11/09, na cidade de
Tocantinópolis pretende a partir das diferentes experiências que
serão apresentadas, estruturar um novo modelo de avicultura que
atenda as expectativas dos criadores e proporcione um produto com
possibilidades de diferenciação junto ao mercado.
Entre os palestrantes, estão especialistas da Universidade Federal
do Tocantins, pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves – Concórdia/SC
e um médico veterinário especialista em Ciências Aviárias -
Londrina/PR.
Realizado pelo Sebrae em parceria com a Seagro, Asa Norte
Alimentos, Associação de Avicultura do Norte do Tocantins – Avinto
e outras instituições parceiras, o seminário visa levar informação
a um setor que cresce a cada dia em todo o país. A expectativa é
que cerca de 120 pessoas participem da discussão que acontecerá a
partir das 8h no auditório da Universidade Federal do Tocantins na
cidade de Tocantinópolis.
Programação:
09:00 - Palestra: Biossegurança em aviários como forma de aumento
na Lucratividade - Dr. Ludio Martins Gomes - Médico Veterinário
Especialista em Ciências Aviárias - Londrina/ PR.
10:30 - Palestra: Tecnologias e Conhecimentos Ambientais
necessários para uma Avicultura de Futuro - Dr. Julio Cesar Pascale
Palhares - Pesquisador da Embrapa Suinos e Aves - Concórdia/
SC.
14:00 - Palestra: Aspecos Ambientais na Avicultura Industrial
como forma de melhorar a Produtividade - Drª. Roberta Gomes Marçal
Vieira Vaz - Doutora em Bioclimatologia Animal - Professora da
Universidade Federal do Tocantins.
16:00 - Palestra: Aproveitamento da Cama de Frango como Adubo,
considerações Técnicas e Vantagens Econômicas - Dr. Julio César
Pascale Palhares - Pesquisador da Embrapa Suinos e Aves -
Concórdia/ SC.
Parceiros
São parceiros na realização deste evento a Universidade Federal do
Tocantins, Banco da Amazônia, Embrapa Suínos e Aves, Prefeitura de
Tocantinópolis, Adapec, Naturatins, Ruraltins, Banco do Brasil,
Escola Agrotécnica Federal de Araguatins, Ministério da Agricultura
Pecuária e Abastecimento, FAET e SENAR.
25 a 27 de agosto de 2008
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Seminário Internacional
Desafios Atuais das Políticas Públicas para o Meio Rural:
Sustentabilidade, Agricultura e Segurança Alimentar
Organização: CPDA/ICHS/UFRRJ e CIRAD/França
Veja mais detalhes e programação em Não
Perca!
Acompanhamento de iniciativas existentes:
Moratória da Soja na Amazônia completa um ano:
Ainda há muito que fazer: veja noticiário
30.10.07
Oficina
sobre Licenciamento Ambiental Rural e Regularização Fundiária na
Amazônia Legal
Uma oficina sobre sistemas de Licenciamento Ambiental foi
realizada, em Brasília, dias 30 e 31 de outubro de 2007, promovida
pelo Grupo de Trabalho da Soja -que reúne ONGs e Abiove, Anec e
empresas que estão acompanhando o processo da Moratória da Soja na
Amazônia Legal - e do governo Federal.
O objetivo do encontro foi elaborar uma Agenda de Compromisso entre
a Administração Pública, o Setor Produtivo e a Sociedade Civil
Organizada que torne viável a regularização ambiental e fundiária
das atividades agropecuárias na Amazônia Legal.
Os trabalhos ocorreram na sede da Embrapa, no final da Asa Norte,
Brasília, e contaram com a participação -além dos membros do GTS e
de ONGs que trabalham no tema - de representantes da Casa Civil da
Presidência da República, do MMA, MI, de secretários estaduais de
meio ambiente, procuradorias estaduais e Federal, Incra, CNA,
Febraban e fundos de previdência complementares.
A organização do evento coube à Casa Civil da Presidência da
República, MMA, MI e Incra, tendo como parceiras Embrapa,
Greenpeace e Abiove. A participação se dá por convite, não sendo a
oficina aberta ao público em geral.