ANP
licitará 330 milhões de litros de biodiesel para atender à demanda
da mistura a 3%
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) anunciou ontem (18) que realizará na próxima semana, dias 24 e 25, o 12º Leilão de Biodiesel. Serão ofertados 330 milhões de litros, com o objetivo de atender à demanda gerada pela adição obrigatória de 3% de biodiesel ao óleo diesel vendido a partir do primeiro trimestre de 2009.
Segundo a agência, o leilão está dividido em dois lotes. O primeiro, de 264 milhões de litros, será destinado a empresas detentoras do Selo Combustível Social. No segundo, serão ofertados 66 milhões de litros, que poderão ser adquiridos pelas empresas que cumprem os requisitos exigidos pela ANP, incluindo as que não possuem Selo Combustível Social.
“É necessário ter autorização da agência para exercer a atividade de produtor de biodiesel, contar com o registro especial da Secretaria da Receita Federal e cadastro no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores [Sicaf]”, explicou a ANP. A licitação se dará via pregão, na forma presencial.
Embora a obrigatoriedade da adição de 3% de biodiesel ao diesel mineral já esteja vigorando desde 1º de julho deste ano, o produto necessário à mistura, no segundo semestre deste ano, já está garantido em conseqüência de outros leilões já realizados.
Na avaliação da ANP, os resultados deste primeiro ano da mistura obrigatória de biodiesel, de 2% no primeiro semestre e 3% no segundo, são positivos. “Durante todo o ano, o mercado foi plenamente abastecido em todo território nacional”, afirmou a agência.
Fonte: Nielmar de Oliveira, repórter da Agência Brasil
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) anunciou ontem (18) que realizará na próxima semana, dias 24 e 25, o 12º Leilão de Biodiesel. Serão ofertados 330 milhões de litros, com o objetivo de atender à demanda gerada pela adição obrigatória de 3% de biodiesel ao óleo diesel vendido a partir do primeiro trimestre de 2009.
Segundo a agência, o leilão está dividido em dois lotes. O primeiro, de 264 milhões de litros, será destinado a empresas detentoras do Selo Combustível Social. No segundo, serão ofertados 66 milhões de litros, que poderão ser adquiridos pelas empresas que cumprem os requisitos exigidos pela ANP, incluindo as que não possuem Selo Combustível Social.
“É necessário ter autorização da agência para exercer a atividade de produtor de biodiesel, contar com o registro especial da Secretaria da Receita Federal e cadastro no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores [Sicaf]”, explicou a ANP. A licitação se dará via pregão, na forma presencial.
Embora a obrigatoriedade da adição de 3% de biodiesel ao diesel mineral já esteja vigorando desde 1º de julho deste ano, o produto necessário à mistura, no segundo semestre deste ano, já está garantido em conseqüência de outros leilões já realizados.
Na avaliação da ANP, os resultados deste primeiro ano da mistura obrigatória de biodiesel, de 2% no primeiro semestre e 3% no segundo, são positivos. “Durante todo o ano, o mercado foi plenamente abastecido em todo território nacional”, afirmou a agência.
Fonte: Nielmar de Oliveira, repórter da Agência Brasil
Bancos
começam a executar dívidas e tomar bens dados em garantia em MT:
produtores ameaçam retaliar
Retaliações comerciais. Estas são uma das medidas que os produtores rurais e entidades ligadas ao campo ameaçam adotar contra fabricantes cujos bancos estão apreendendo máquinas agrícolas devido à falta de pagamento. Dez mandados de busca e apreensão em fazendas mato-grossenses foram cumpridos somente na semana passada pelos bancos CNH (Case), John Deere e de Lage Landen Brasil (Massey Fergusson).
De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Rondonópolis e diretor administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Ricardo Tomczyk, esta é apenas uma das possibilidades que estão sendo discutidas entre os agricultores. Outras medidas jurídicas, cujo teor não foi revelado, também estão sendo avaliadas.
Em outra frente, os produtores estão pedindo ainda e apoio político para tentar evitar novos problemas relacionados ao endividamento rural. As articulações estão sendo mediadas pelo ‘Comitê da Crise’, criado no último sábado, em Rondonópolis (210 quilômetros ao sul de Cuiabá), pelas principais entidades ligadas ao campo, com o intuito de discutir alternativas à apreensão das máquinas agrícolas pelos bancos.
A primeira reunião do Comitê da Crise aconteceu em Cuiabá, entre representantes dos produtores rurais e os deputados federais Carlos Bezerra (PMBD) e Carlos Abicalil (PT). Segundo Tomczyk, a intenção foi mostrar aos representantes da bancada mato-grossenses em Brasília o “resultado (apreensão de máquinas) da inoperância do Ministério da Agricultura e das barreiras impostas pelo Ministério da Fazenda”.
A escolha dos deputados para ouvir o ‘desabafo’ da categoria se deve ao fato do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, ser do mesmo partido de Bezerra, e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ser correligionário de Abicalil. “Sabemos que, neste momento, eles (deputados) nada podem fazer contra as apreensões. Mesmo assim, precisamos do apoio deles para evitar problemas futuros e eles estão nos ajudando”, explica.
A busca e apreensão de máquinas foi adotada pelos bancos devido ao não pagamento da parcela da dívida rural repactuada pelos agricultores e vencida no mês passado. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) foi procurada para falar sobre a medida judicial adotada, mas a assessoria de imprensa da entidade, até o fechamento desta edição, não retornou a ligação ou passou qualquer informação sobre o assunto.
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rui Ottoni Prado, avaliou a decisão dos bancos como precipitada.
Fonte: Diário de Cuiabá, com Naíla Albuquerque/Agronotícias
Retaliações comerciais. Estas são uma das medidas que os produtores rurais e entidades ligadas ao campo ameaçam adotar contra fabricantes cujos bancos estão apreendendo máquinas agrícolas devido à falta de pagamento. Dez mandados de busca e apreensão em fazendas mato-grossenses foram cumpridos somente na semana passada pelos bancos CNH (Case), John Deere e de Lage Landen Brasil (Massey Fergusson).
De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Rondonópolis e diretor administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Ricardo Tomczyk, esta é apenas uma das possibilidades que estão sendo discutidas entre os agricultores. Outras medidas jurídicas, cujo teor não foi revelado, também estão sendo avaliadas.
Em outra frente, os produtores estão pedindo ainda e apoio político para tentar evitar novos problemas relacionados ao endividamento rural. As articulações estão sendo mediadas pelo ‘Comitê da Crise’, criado no último sábado, em Rondonópolis (210 quilômetros ao sul de Cuiabá), pelas principais entidades ligadas ao campo, com o intuito de discutir alternativas à apreensão das máquinas agrícolas pelos bancos.
A primeira reunião do Comitê da Crise aconteceu em Cuiabá, entre representantes dos produtores rurais e os deputados federais Carlos Bezerra (PMBD) e Carlos Abicalil (PT). Segundo Tomczyk, a intenção foi mostrar aos representantes da bancada mato-grossenses em Brasília o “resultado (apreensão de máquinas) da inoperância do Ministério da Agricultura e das barreiras impostas pelo Ministério da Fazenda”.
A escolha dos deputados para ouvir o ‘desabafo’ da categoria se deve ao fato do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, ser do mesmo partido de Bezerra, e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ser correligionário de Abicalil. “Sabemos que, neste momento, eles (deputados) nada podem fazer contra as apreensões. Mesmo assim, precisamos do apoio deles para evitar problemas futuros e eles estão nos ajudando”, explica.
A busca e apreensão de máquinas foi adotada pelos bancos devido ao não pagamento da parcela da dívida rural repactuada pelos agricultores e vencida no mês passado. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) foi procurada para falar sobre a medida judicial adotada, mas a assessoria de imprensa da entidade, até o fechamento desta edição, não retornou a ligação ou passou qualquer informação sobre o assunto.
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rui Ottoni Prado, avaliou a decisão dos bancos como precipitada.
Fonte: Diário de Cuiabá, com Naíla Albuquerque/Agronotícias
Laticínios Bom Gosto e Líder se unem e
passam Parmalat
A gaúcha Laticínios Bom Gosto e a paranaense Líder Alimentos anunciaram nesta segunda-feira (17) uma fusão, criando a quarta maior produtora de lácteos do País, atrás de Nestlé, Perdigão e Itambé. Juntas, elas somam um faturamento de R$ 1,5 bilhão por ano e uma captação de 3 milhões de litros de leite por dia, que são processados em 17 fábricas espalhadas pelo Brasil.
Os fundadores das duas empresas - Wilson Zanatta (Bom Gosto) e os irmãos Aparecido e Agenor Stuani (Líder) - dividirão o controle da nova companhia, com mais de 60% das ações. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que já era sócio da Bom Gosto, terá cerca de 30% do negócio. Com a operação, o banco fará um novo aporte de capital.
"As duas empresas são complementares. Enquanto a Líder é forte no varejo, a Bom Gosto é forte na captação", afirma Fortunato Bergamo, executivo da Líder que será o presidente da nova empresa no primeiro ano. Zanatta será o presidente do conselho de administração. "A fusão é importante para fortalecer a empresa, principalmente no mercado internacional. Esse é um negócio que exige escala e diversificação." A Bom Gosto já está construindo uma fábrica no Uruguai, que será voltada para a exportação. O leite uruguaio é mais bem recebido no exterior.
As negociações entre os dois laticínios duraram um ano. Nesse período, tanto a Bom Gosto quanto a Líder foram assediadas por outros grupos e fundos de investimento, como Parmalat, Perdigão, AIG Capital e GP, que estreou neste ano no setor ao comprar a Leitbom, de Goiás. "Os donos da Líder foram assediados, mas decidiram que era melhor se juntar a outra do mesmo porte para criar uma companhia mais forte", explica Bergamo. Antes da fusão, as empresas já haviam engordado o portfólio de produtos com uma estratégia agressiva de aquisições de laticínios de pequeno e médio portes.
Fonte: jornal O Estado de S.Paulo
A gaúcha Laticínios Bom Gosto e a paranaense Líder Alimentos anunciaram nesta segunda-feira (17) uma fusão, criando a quarta maior produtora de lácteos do País, atrás de Nestlé, Perdigão e Itambé. Juntas, elas somam um faturamento de R$ 1,5 bilhão por ano e uma captação de 3 milhões de litros de leite por dia, que são processados em 17 fábricas espalhadas pelo Brasil.
Os fundadores das duas empresas - Wilson Zanatta (Bom Gosto) e os irmãos Aparecido e Agenor Stuani (Líder) - dividirão o controle da nova companhia, com mais de 60% das ações. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que já era sócio da Bom Gosto, terá cerca de 30% do negócio. Com a operação, o banco fará um novo aporte de capital.
"As duas empresas são complementares. Enquanto a Líder é forte no varejo, a Bom Gosto é forte na captação", afirma Fortunato Bergamo, executivo da Líder que será o presidente da nova empresa no primeiro ano. Zanatta será o presidente do conselho de administração. "A fusão é importante para fortalecer a empresa, principalmente no mercado internacional. Esse é um negócio que exige escala e diversificação." A Bom Gosto já está construindo uma fábrica no Uruguai, que será voltada para a exportação. O leite uruguaio é mais bem recebido no exterior.
As negociações entre os dois laticínios duraram um ano. Nesse período, tanto a Bom Gosto quanto a Líder foram assediadas por outros grupos e fundos de investimento, como Parmalat, Perdigão, AIG Capital e GP, que estreou neste ano no setor ao comprar a Leitbom, de Goiás. "Os donos da Líder foram assediados, mas decidiram que era melhor se juntar a outra do mesmo porte para criar uma companhia mais forte", explica Bergamo. Antes da fusão, as empresas já haviam engordado o portfólio de produtos com uma estratégia agressiva de aquisições de laticínios de pequeno e médio portes.
Fonte: jornal O Estado de S.Paulo
Monsanto paga R$ 7,8 milhões em
royalties para Embrapa
A Monsanto informou ontem (18) que repassará R$ 7,8 milhões para mais de dez projetos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), recursos esses oriundos dos royalties sobre a comercialização de variedades de soja da estatal com tecnologia Roundup Ready na safra 2007/08. O valor supera o total repassado nos últimos dois anos, de R$ 3,2 milhões.
O repasse será formalizado na tarde de quinta-feira (20) pela Monsanto, detentora da patente da tecnologia, à Embrapa. O CEO da Monsanto no Brasil, Hugh Grant, e o diretor-presidente da Embrapa, Silvio Crestana, participam da cerimônia, que será realizada na sede da Embrapa, em Brasília.
Fonte: Fabíola Salvador, Agência Estado
A Monsanto informou ontem (18) que repassará R$ 7,8 milhões para mais de dez projetos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), recursos esses oriundos dos royalties sobre a comercialização de variedades de soja da estatal com tecnologia Roundup Ready na safra 2007/08. O valor supera o total repassado nos últimos dois anos, de R$ 3,2 milhões.
O repasse será formalizado na tarde de quinta-feira (20) pela Monsanto, detentora da patente da tecnologia, à Embrapa. O CEO da Monsanto no Brasil, Hugh Grant, e o diretor-presidente da Embrapa, Silvio Crestana, participam da cerimônia, que será realizada na sede da Embrapa, em Brasília.
Fonte: Fabíola Salvador, Agência Estado